14 de mar de 2013

A mente é uma arma!

Estou trabalhando bastante e isso me deixou ausente deste blog. Não só o trabalho, mas...enfim...vamos falar de coisas boas neste recomeço!

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Você trabalha, conhece pessoas, interage com o mercado e inevitavelmente você vai ao banco colher o fruto físico de tudo isso: o dinheiro. Sim, o fruto físico. Os frutos intangíveis ficam por conta da realização, satisfação, sucesso e essas palavras bonitas aí.

Pois bem...
Estou na luta para abrir minha conta jurídica. Após ir ao banco e ficar muito tempo esperando ser atendido e passar ainda mais tempo com dúvidas sobre como conseguir todos aqueles dados e documentos, percebi eu que o nome 'conta jurídica' tinha um significado completamente diferente quando tinha lá meus 10 ou 12 anos.

Como muitos sabem eu sou uma pessoa criativa. Criativa? Bem, eu imagino regras para que meu mundo fique mais gostoso. Ou não. Desde cedo!

Quando estava nesta idade eu ia ao banco e me sentia muito incomodado. Eu ficava perturbado com o nome 'conta jurídica'. Não entendo a razão, mas quando eu lia isto eu ficava assustado e olhando para todos os lados, por mais que eu estivesse no banco com meu pai ou minha mãe.

Anos mais tarde revelei qual era o motivo.
Minha mente me disse que conta jurídica era conta de ex-presidiário. Eu não sei qual a razão disso! Só sei que eu ficava com medo de que algum assaltante confesso ou um sequestrador armado estivesse ali no banco...ao meu lado...esperando o momento certo de me agredir!

Mente. A mente é foda.

1 de fev de 2012

Curtinha de bom gosto

Um sonho de consumo? Ser bilionário. Uma frase? Bom gosto é questão de gosto.

O desejo de ser reconhecido pelo que faz é real por grande parte das pessoas. E isso não é obrigatoriamente fama. Isto é executar um bom trabalho ou alcançar um objetivo com sucesso e boas pitadas de bom gosto.

BOM GOSTO. O que é bom gosto?
Bom, isto varia de pessoa para pessoa. Ao meu ver, o bom gosto dos apaixonados por funk carioca é um péssimo gosto. Pelo menos para mim. É difícil julgar algo tão subjetivo. Bom gosto é bom gosto. Ponto final.

É impressionante o nível de coisas de mau gosto que tenho visto pelo mundo nerd da internet. É vídeo gravado com câmera VGA de celular, gente que mal sabe se expressar, português sem S nos finais de frases no plural e por aí vai. Pelas ruas não muda também. É banner escrito "atendimento à domicílio" e muito mais!

Já estou ficando mau com isso...ops, ops...quer dizer, MAL. Nossa, isso pega!

1 de dez de 2011

Pagando cuecão na loja!

Que tipo criança você era? Se é que você não é mais criança!
São tantas coisas nesta fase, não é mesmo? Aniversários (com ou sem convidados), dias que voam, dormir na casa de algum amigo, brincar na rua (tudo bem que hoje já não é mais assim) e desesperos que só seu pai ou sua mãe podem proporcionar.

Existe uma coisa igual para todas crianças: a dependência. E isto é uma arma que os pais não se dão conta!
Não estou sendo injusto e nem querendo abrir discussão desnecessária, mas chamar atenção daqueles pais que hoje já não se lembram mais de que passaram por situações 'complicadas' quando crianças.

Nem sei precisar a data, mas lembro-me bem de todas as vezes em que precisava comprar roupa. O fato é que eu nunca ligava pra isso, óbvio! Meus pais simplesmente me levavam ao shopping ou alguma loja e compravam roupas novas pra mim! Bem, isto é a visão por cima e muito geral. O objetivo deste post e deste blog é sempre ir mais a fundo nas emoções e sensações, não?

Vamos lá, então!
Mais especificamente quando eu tinha 10 anos minha mãe me levou ao shopping para comprar calça jeans. Oras, uma criança, não é mesmo? Sim, eu concordo. A primeira coisa que um pai ou uma mãe faz nesta hora é  falar pra vendedora que a calça é para o filho - como se fosse preciso desde que estávamos numa loja para crianças! 

Enfim, após escolhido o modelo a vendedora gentilmente me levou ao provador e coube a mim, sozinho, tirar sua roupa e experimentar a nova peça. Sim, isto é o que se faz. Mas, no meu caso, o que acontecia era um enorme desespero para trocar rapidamente e mostrar para minha mãe. A verdade é que eu queria trocar de roupa em 10 segundos, no máximo, dentro do provador.

Sempre tive esta preocupação e confesso que era muito difícil...impossível...não adiantava!
Eu nunca ia conseguir ficar pronto a ponto da minha mãe abrir aquela porra de provador comigo estando de cueca e a loja inteira me vendo naquela situação!

8 de nov de 2011

Maconheiros de merda

O mundo é cheio de problemas. Na minha modesta opinião, a grande sacada para estes seres que causam problemas é a estupidez de uma parcela da sociedade aceita qualquer tipo de explicação vinda de baderneiros. Felizmente isto caminha para uma visível melhora.

Quando eu matava aula no colégio aceitava tranquilamente que a diretora aplicasse advertências em mim. E isso não me dava o direito de sair reclamando dizendo que ela era uma ditadora. Ela, no seu papel de educadora, simplesmente estava tentando me ensinar. Muito bem diretora. Obrigado!
Uma vez um amiguinho, na cidade de Londrina em 1988, não queria que eu brincasse de esconde-esconde com a turma. Ele queria me bater e foi pra cima de mim.  No auge dos meus cinco anos, agarrei os pulsos dele e comecei a gira-lo...soltei para que se machucasse derrapando no asfalto. Ele ficou berrando, sangrando (de leve) e todos viram que só fui me defender. Minha mãe me deu bronca. Ela queria me ensinar que conversar é melhor. Muito bem. Obrigado mamãe! (Embora minha psicóloga tenha falado que eu tenho agressividade, mas...enfim...).

Em 2011, com 28 anos, eu entendo que minhas ações são, na verdade, frutos da educação - ótima - que recebi. Sou honesto, fiel e bem-humorado. Tudo bem, com uma certa agressividade em alguns pontos, aceito...como, por exemplo, aceitar que um bando de maconheirinhos de MERDA fumem seus baseados do capeta e não aceitem que a polícia os detenham. Aliás, com meus 28 anos eu não aceito que outros maconheirinhos de MERDA invadam a reitoria da universidade para pedir a absolvição dos amiguinhos chapadinhos. Oras...eu sei que existe maconheiro empresário, maconheiro pedreiro, maconheiro tenista, maconheiro vagabundo e maconheiro engraçado...meu problema não é com o ato do consumo, mas com os desgraçados quererem reclamar e ainda ficar gastando dinheiro público quebrando os setores de onde estudam. E pior...querem tirar a polícia de lá pra poder continuar se drogando, roubando, furtando e estuprando. Vocês precisam se fuder maconheiros de merda...vocês deveriam servir de escudo humano pra polícia em operações de invasão nas favelas. VAGABUNDOS. Bando de boyzinhos criados com carro importado e dinheiro do papai pra comprar Absolut pros amigos...vocês precisam é de um Capitão Nascimento em casa.

Se quer fumar não estrague o que não é seu e nem reclame por estar fazendo atos ilícitos.

4 de out de 2011

Repórteres e suas afirmações.

Eu respeito cada tipo de profissão existente. JURO. Entendo a importância do advogado (ou adêvogado para quem ainda não percebeu que o 'd' é mudo), do dentista, do gari e até daquele profissional que ninguém sabe o nome da profissão.

Cada profissão tem a sua importância!

1) O médico sempre pergunta:
- Onde está doendo?

2) O frentista sempre pergunta:
- Gasolina ou álcool?

3) O padeiro sempre pergunta:
- Quantos pães?

Na função de repórter, o jornalista deve fazer perguntas baseando-se numa série de estudos e integrar o entrevistado com seu ouvinte. O grande problema é que existem estes colunistas sociais que pensam que o microfone é uma arma social em suas mãos. Estas espécies pegam o microfone, um operador de câmera com síndrome de Parkinson e um menino de 12 anos pra fazer a abertura do programa. Após isso é só encontrar uma emissora que aceite transmitir seu programa por alguns reais e pronto. A diversão é sua!
Acorde num domingo e tenha o prazer de ver um destes colunistas chegando para o dono de uma festa e o deixando perdido em suas 'perguntas':

Colunista Social para o dono da festa:
- Festa muito bonita, cheia de gente de primeiríííssima num noite maravilhosa!

Após isso, a mula passa o microfone pro entrevistado...e só lhe resta responder o básico:
- Isso mesmo. Muita gente bonita! Ainda bem que São Pedro deu trégua, não é?

Enfim...o único que fez pergunta foi o entrevistado. Quem nem jornalista é!
Socialite, colunista social...enfim, essas pragas não são JORNALISTAS. Ou, se são não prestam para tal.

Não estou afirmando que jornalista só faz pergunta, mas está absurdo já!

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@rudycm