1 de fev. de 2012

Curtinha de bom gosto

Um sonho de consumo? Ser bilionário. Uma frase? Bom gosto é questão de gosto.

O desejo de ser reconhecido pelo que faz é real por grande parte das pessoas. E isso não é obrigatoriamente fama. Isto é executar um bom trabalho ou alcançar um objetivo com sucesso e boas pitadas de bom gosto.

BOM GOSTO. O que é bom gosto?
Bom, isto varia de pessoa para pessoa. Ao meu ver, o bom gosto dos apaixonados por funk carioca é um péssimo gosto. Pelo menos para mim. É difícil julgar algo tão subjetivo. Bom gosto é bom gosto. Ponto final.

É impressionante o nível de coisas de mau gosto que tenho visto pelo mundo nerd da internet. É vídeo gravado com câmera VGA de celular, gente que mal sabe se expressar, português sem S nos finais de frases no plural e por aí vai. Pelas ruas não muda também. É banner escrito "atendimento à domicílio" e muito mais!

Já estou ficando mau com isso...ops, ops...quer dizer, MAL. Nossa, isso pega!

1 de dez. de 2011

Pagando cuecão na loja!

Que tipo criança você era? Se é que você não é mais criança!
São tantas coisas nesta fase, não é mesmo? Aniversários (com ou sem convidados), dias que voam, dormir na casa de algum amigo, brincar na rua (tudo bem que hoje já não é mais assim) e desesperos que só seu pai ou sua mãe podem proporcionar.

Existe uma coisa igual para todas crianças: a dependência. E isto é uma arma que os pais não se dão conta!
Não estou sendo injusto e nem querendo abrir discussão desnecessária, mas chamar atenção daqueles pais que hoje já não se lembram mais de que passaram por situações 'complicadas' quando crianças.

Nem sei precisar a data, mas lembro-me bem de todas as vezes em que precisava comprar roupa. O fato é que eu nunca ligava pra isso, óbvio! Meus pais simplesmente me levavam ao shopping ou alguma loja e compravam roupas novas pra mim! Bem, isto é a visão por cima e muito geral. O objetivo deste post e deste blog é sempre ir mais a fundo nas emoções e sensações, não?

Vamos lá, então!
Mais especificamente quando eu tinha 10 anos minha mãe me levou ao shopping para comprar calça jeans. Oras, uma criança, não é mesmo? Sim, eu concordo. A primeira coisa que um pai ou uma mãe faz nesta hora é  falar pra vendedora que a calça é para o filho - como se fosse preciso desde que estávamos numa loja para crianças! 

Enfim, após escolhido o modelo a vendedora gentilmente me levou ao provador e coube a mim, sozinho, tirar sua roupa e experimentar a nova peça. Sim, isto é o que se faz. Mas, no meu caso, o que acontecia era um enorme desespero para trocar rapidamente e mostrar para minha mãe. A verdade é que eu queria trocar de roupa em 10 segundos, no máximo, dentro do provador.

Sempre tive esta preocupação e confesso que era muito difícil...impossível...não adiantava!
Eu nunca ia conseguir ficar pronto a ponto da minha mãe abrir aquela porra de provador comigo estando de cueca e a loja inteira me vendo naquela situação!

8 de nov. de 2011

Maconheiros de merda

O mundo é cheio de problemas. Na minha modesta opinião, a grande sacada para estes seres que causam problemas é a estupidez de uma parcela da sociedade aceita qualquer tipo de explicação vinda de baderneiros. Felizmente isto caminha para uma visível melhora.

Quando eu matava aula no colégio aceitava tranquilamente que a diretora aplicasse advertências em mim. E isso não me dava o direito de sair reclamando dizendo que ela era uma ditadora. Ela, no seu papel de educadora, simplesmente estava tentando me ensinar. Muito bem diretora. Obrigado!
Uma vez um amiguinho, na cidade de Londrina em 1988, não queria que eu brincasse de esconde-esconde com a turma. Ele queria me bater e foi pra cima de mim.  No auge dos meus cinco anos, agarrei os pulsos dele e comecei a gira-lo...soltei para que se machucasse derrapando no asfalto. Ele ficou berrando, sangrando (de leve) e todos viram que só fui me defender. Minha mãe me deu bronca. Ela queria me ensinar que conversar é melhor. Muito bem. Obrigado mamãe! (Embora minha psicóloga tenha falado que eu tenho agressividade, mas...enfim...).

Em 2011, com 28 anos, eu entendo que minhas ações são, na verdade, frutos da educação - ótima - que recebi. Sou honesto, fiel e bem-humorado. Tudo bem, com uma certa agressividade em alguns pontos, aceito...como, por exemplo, aceitar que um bando de maconheirinhos de MERDA fumem seus baseados do capeta e não aceitem que a polícia os detenham. Aliás, com meus 28 anos eu não aceito que outros maconheirinhos de MERDA invadam a reitoria da universidade para pedir a absolvição dos amiguinhos chapadinhos. Oras...eu sei que existe maconheiro empresário, maconheiro pedreiro, maconheiro tenista, maconheiro vagabundo e maconheiro engraçado...meu problema não é com o ato do consumo, mas com os desgraçados quererem reclamar e ainda ficar gastando dinheiro público quebrando os setores de onde estudam. E pior...querem tirar a polícia de lá pra poder continuar se drogando, roubando, furtando e estuprando. Vocês precisam se fuder maconheiros de merda...vocês deveriam servir de escudo humano pra polícia em operações de invasão nas favelas. VAGABUNDOS. Bando de boyzinhos criados com carro importado e dinheiro do papai pra comprar Absolut pros amigos...vocês precisam é de um Capitão Nascimento em casa.

Se quer fumar não estrague o que não é seu e nem reclame por estar fazendo atos ilícitos.

4 de out. de 2011

Repórteres e suas afirmações.

Eu respeito cada tipo de profissão existente. JURO. Entendo a importância do advogado (ou adêvogado para quem ainda não percebeu que o 'd' é mudo), do dentista, do gari e até daquele profissional que ninguém sabe o nome da profissão.

Cada profissão tem a sua importância!

1) O médico sempre pergunta:
- Onde está doendo?

2) O frentista sempre pergunta:
- Gasolina ou álcool?

3) O padeiro sempre pergunta:
- Quantos pães?

Na função de repórter, o jornalista deve fazer perguntas baseando-se numa série de estudos e integrar o entrevistado com seu ouvinte. O grande problema é que existem estes colunistas sociais que pensam que o microfone é uma arma social em suas mãos. Estas espécies pegam o microfone, um operador de câmera com síndrome de Parkinson e um menino de 12 anos pra fazer a abertura do programa. Após isso é só encontrar uma emissora que aceite transmitir seu programa por alguns reais e pronto. A diversão é sua!
Acorde num domingo e tenha o prazer de ver um destes colunistas chegando para o dono de uma festa e o deixando perdido em suas 'perguntas':

Colunista Social para o dono da festa:
- Festa muito bonita, cheia de gente de primeiríííssima num noite maravilhosa!

Após isso, a mula passa o microfone pro entrevistado...e só lhe resta responder o básico:
- Isso mesmo. Muita gente bonita! Ainda bem que São Pedro deu trégua, não é?

Enfim...o único que fez pergunta foi o entrevistado. Quem nem jornalista é!
Socialite, colunista social...enfim, essas pragas não são JORNALISTAS. Ou, se são não prestam para tal.

Não estou afirmando que jornalista só faz pergunta, mas está absurdo já!

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@rudycm

1 de set. de 2011

O Grande Show

A grande polêmica é que eu toco guitarra, tenho banda e sempre gostei muito de rock/heavy metal mas nunca fui a shows. Outro ponto importante é que com o passar do tempo fui aderindo outros 'sabores' musicais ao meu leque de opções e hoje ouço muito Dire Straits, Phil Collins, Stereophonics, Rush etc e coisas que fazem as pessoas pensarem que eu sou um astro do rock (brincadeira)!

Embora este exemplo sirva para tantas pessoas com diferentes estilos de vida e preferências musicais, sempre fui perseguido pela massa perseguidora de pessoas perseguidas pela NÃO VONTADE de ir a um show. Fica sempre a pergunta: Por que você não vai em show?
Bem, é muito complicado explicar...simplesmente, até o momento, não achei viável o fato de ficar a km's de distância do palco ouvindo um som extremamente alto e que em apenas alguns pontos é possível identificar os detalhes da música. Eu sei que parece papo de músico chato, mas nem é isso...talvez a explicação exata nem seja esta! São muitos os pontos!

Outro exemplo: Eu sou um fã incondicional de lutas e não fui ao UFC RIO. Bem, já assisti MMA ao vivo na minha cidade e não pude ter replay dos grandes golpes, não pude ter informações completas dos lutadores e vi tudo muito pequeno.

Outro exemplo: Já fui em show! Pequeno, claro. Era o Roupa Nova e o som estava horrível. Já vi o Yamandú Costa, mas este sim estava impecável!

Fato é que as pessoas mudam, as opiniões são alteradas e tudo pode ter uma salvação. Ou, nem que seja uma salvação, você passa a ser flexível em adquirir novas experiências. Dia 24 estarei no Rock in Rio, especialmente pelo convite da minha Nobre Amada! Bom, vai ser um dia extenso, com muitas bandas que vou conhecer por lá. Vou mesmo é para conhecer o agito de um evento gigantesco, a companhia dela e seus parentes e, de quebra, ainda conhecer uma grande banda ao vivo - Red Hot Chili Peppers. Será que vou gostar? Bem, eu acho que sim!

Tudo pode mudar...e pra melhor!

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No dia vai ter Milton Nascimento. Talvez seja o dia do meu primeiro homicídio.