14 de mar. de 2013

A mente é uma arma!

Estou trabalhando bastante e isso me deixou ausente deste blog. Não só o trabalho, mas...enfim...vamos falar de coisas boas neste recomeço!

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Você trabalha, conhece pessoas, interage com o mercado e inevitavelmente você vai ao banco colher o fruto físico de tudo isso: o dinheiro. Sim, o fruto físico. Os frutos intangíveis ficam por conta da realização, satisfação, sucesso e essas palavras bonitas aí.

Pois bem...
Estou na luta para abrir minha conta jurídica. Após ir ao banco e ficar muito tempo esperando ser atendido e passar ainda mais tempo com dúvidas sobre como conseguir todos aqueles dados e documentos, percebi eu que o nome 'conta jurídica' tinha um significado completamente diferente quando tinha lá meus 10 ou 12 anos.

Como muitos sabem eu sou uma pessoa criativa. Criativa? Bem, eu imagino regras para que meu mundo fique mais gostoso. Ou não. Desde cedo!

Quando estava nesta idade eu ia ao banco e me sentia muito incomodado. Eu ficava perturbado com o nome 'conta jurídica'. Não entendo a razão, mas quando eu lia isto eu ficava assustado e olhando para todos os lados, por mais que eu estivesse no banco com meu pai ou minha mãe.

Anos mais tarde revelei qual era o motivo.
Minha mente me disse que conta jurídica era conta de ex-presidiário. Eu não sei qual a razão disso! Só sei que eu ficava com medo de que algum assaltante confesso ou um sequestrador armado estivesse ali no banco...ao meu lado...esperando o momento certo de me agredir!

Mente. A mente é foda.

1 de fev. de 2012

Curtinha de bom gosto

Um sonho de consumo? Ser bilionário. Uma frase? Bom gosto é questão de gosto.

O desejo de ser reconhecido pelo que faz é real por grande parte das pessoas. E isso não é obrigatoriamente fama. Isto é executar um bom trabalho ou alcançar um objetivo com sucesso e boas pitadas de bom gosto.

BOM GOSTO. O que é bom gosto?
Bom, isto varia de pessoa para pessoa. Ao meu ver, o bom gosto dos apaixonados por funk carioca é um péssimo gosto. Pelo menos para mim. É difícil julgar algo tão subjetivo. Bom gosto é bom gosto. Ponto final.

É impressionante o nível de coisas de mau gosto que tenho visto pelo mundo nerd da internet. É vídeo gravado com câmera VGA de celular, gente que mal sabe se expressar, português sem S nos finais de frases no plural e por aí vai. Pelas ruas não muda também. É banner escrito "atendimento à domicílio" e muito mais!

Já estou ficando mau com isso...ops, ops...quer dizer, MAL. Nossa, isso pega!

1 de dez. de 2011

Pagando cuecão na loja!

Que tipo criança você era? Se é que você não é mais criança!
São tantas coisas nesta fase, não é mesmo? Aniversários (com ou sem convidados), dias que voam, dormir na casa de algum amigo, brincar na rua (tudo bem que hoje já não é mais assim) e desesperos que só seu pai ou sua mãe podem proporcionar.

Existe uma coisa igual para todas crianças: a dependência. E isto é uma arma que os pais não se dão conta!
Não estou sendo injusto e nem querendo abrir discussão desnecessária, mas chamar atenção daqueles pais que hoje já não se lembram mais de que passaram por situações 'complicadas' quando crianças.

Nem sei precisar a data, mas lembro-me bem de todas as vezes em que precisava comprar roupa. O fato é que eu nunca ligava pra isso, óbvio! Meus pais simplesmente me levavam ao shopping ou alguma loja e compravam roupas novas pra mim! Bem, isto é a visão por cima e muito geral. O objetivo deste post e deste blog é sempre ir mais a fundo nas emoções e sensações, não?

Vamos lá, então!
Mais especificamente quando eu tinha 10 anos minha mãe me levou ao shopping para comprar calça jeans. Oras, uma criança, não é mesmo? Sim, eu concordo. A primeira coisa que um pai ou uma mãe faz nesta hora é  falar pra vendedora que a calça é para o filho - como se fosse preciso desde que estávamos numa loja para crianças! 

Enfim, após escolhido o modelo a vendedora gentilmente me levou ao provador e coube a mim, sozinho, tirar sua roupa e experimentar a nova peça. Sim, isto é o que se faz. Mas, no meu caso, o que acontecia era um enorme desespero para trocar rapidamente e mostrar para minha mãe. A verdade é que eu queria trocar de roupa em 10 segundos, no máximo, dentro do provador.

Sempre tive esta preocupação e confesso que era muito difícil...impossível...não adiantava!
Eu nunca ia conseguir ficar pronto a ponto da minha mãe abrir aquela porra de provador comigo estando de cueca e a loja inteira me vendo naquela situação!

8 de nov. de 2011

Maconheiros de merda

O mundo é cheio de problemas. Na minha modesta opinião, a grande sacada para estes seres que causam problemas é a estupidez de uma parcela da sociedade aceita qualquer tipo de explicação vinda de baderneiros. Felizmente isto caminha para uma visível melhora.

Quando eu matava aula no colégio aceitava tranquilamente que a diretora aplicasse advertências em mim. E isso não me dava o direito de sair reclamando dizendo que ela era uma ditadora. Ela, no seu papel de educadora, simplesmente estava tentando me ensinar. Muito bem diretora. Obrigado!
Uma vez um amiguinho, na cidade de Londrina em 1988, não queria que eu brincasse de esconde-esconde com a turma. Ele queria me bater e foi pra cima de mim.  No auge dos meus cinco anos, agarrei os pulsos dele e comecei a gira-lo...soltei para que se machucasse derrapando no asfalto. Ele ficou berrando, sangrando (de leve) e todos viram que só fui me defender. Minha mãe me deu bronca. Ela queria me ensinar que conversar é melhor. Muito bem. Obrigado mamãe! (Embora minha psicóloga tenha falado que eu tenho agressividade, mas...enfim...).

Em 2011, com 28 anos, eu entendo que minhas ações são, na verdade, frutos da educação - ótima - que recebi. Sou honesto, fiel e bem-humorado. Tudo bem, com uma certa agressividade em alguns pontos, aceito...como, por exemplo, aceitar que um bando de maconheirinhos de MERDA fumem seus baseados do capeta e não aceitem que a polícia os detenham. Aliás, com meus 28 anos eu não aceito que outros maconheirinhos de MERDA invadam a reitoria da universidade para pedir a absolvição dos amiguinhos chapadinhos. Oras...eu sei que existe maconheiro empresário, maconheiro pedreiro, maconheiro tenista, maconheiro vagabundo e maconheiro engraçado...meu problema não é com o ato do consumo, mas com os desgraçados quererem reclamar e ainda ficar gastando dinheiro público quebrando os setores de onde estudam. E pior...querem tirar a polícia de lá pra poder continuar se drogando, roubando, furtando e estuprando. Vocês precisam se fuder maconheiros de merda...vocês deveriam servir de escudo humano pra polícia em operações de invasão nas favelas. VAGABUNDOS. Bando de boyzinhos criados com carro importado e dinheiro do papai pra comprar Absolut pros amigos...vocês precisam é de um Capitão Nascimento em casa.

Se quer fumar não estrague o que não é seu e nem reclame por estar fazendo atos ilícitos.

4 de out. de 2011

Repórteres e suas afirmações.

Eu respeito cada tipo de profissão existente. JURO. Entendo a importância do advogado (ou adêvogado para quem ainda não percebeu que o 'd' é mudo), do dentista, do gari e até daquele profissional que ninguém sabe o nome da profissão.

Cada profissão tem a sua importância!

1) O médico sempre pergunta:
- Onde está doendo?

2) O frentista sempre pergunta:
- Gasolina ou álcool?

3) O padeiro sempre pergunta:
- Quantos pães?

Na função de repórter, o jornalista deve fazer perguntas baseando-se numa série de estudos e integrar o entrevistado com seu ouvinte. O grande problema é que existem estes colunistas sociais que pensam que o microfone é uma arma social em suas mãos. Estas espécies pegam o microfone, um operador de câmera com síndrome de Parkinson e um menino de 12 anos pra fazer a abertura do programa. Após isso é só encontrar uma emissora que aceite transmitir seu programa por alguns reais e pronto. A diversão é sua!
Acorde num domingo e tenha o prazer de ver um destes colunistas chegando para o dono de uma festa e o deixando perdido em suas 'perguntas':

Colunista Social para o dono da festa:
- Festa muito bonita, cheia de gente de primeiríííssima num noite maravilhosa!

Após isso, a mula passa o microfone pro entrevistado...e só lhe resta responder o básico:
- Isso mesmo. Muita gente bonita! Ainda bem que São Pedro deu trégua, não é?

Enfim...o único que fez pergunta foi o entrevistado. Quem nem jornalista é!
Socialite, colunista social...enfim, essas pragas não são JORNALISTAS. Ou, se são não prestam para tal.

Não estou afirmando que jornalista só faz pergunta, mas está absurdo já!

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@rudycm

1 de set. de 2011

O Grande Show

A grande polêmica é que eu toco guitarra, tenho banda e sempre gostei muito de rock/heavy metal mas nunca fui a shows. Outro ponto importante é que com o passar do tempo fui aderindo outros 'sabores' musicais ao meu leque de opções e hoje ouço muito Dire Straits, Phil Collins, Stereophonics, Rush etc e coisas que fazem as pessoas pensarem que eu sou um astro do rock (brincadeira)!

Embora este exemplo sirva para tantas pessoas com diferentes estilos de vida e preferências musicais, sempre fui perseguido pela massa perseguidora de pessoas perseguidas pela NÃO VONTADE de ir a um show. Fica sempre a pergunta: Por que você não vai em show?
Bem, é muito complicado explicar...simplesmente, até o momento, não achei viável o fato de ficar a km's de distância do palco ouvindo um som extremamente alto e que em apenas alguns pontos é possível identificar os detalhes da música. Eu sei que parece papo de músico chato, mas nem é isso...talvez a explicação exata nem seja esta! São muitos os pontos!

Outro exemplo: Eu sou um fã incondicional de lutas e não fui ao UFC RIO. Bem, já assisti MMA ao vivo na minha cidade e não pude ter replay dos grandes golpes, não pude ter informações completas dos lutadores e vi tudo muito pequeno.

Outro exemplo: Já fui em show! Pequeno, claro. Era o Roupa Nova e o som estava horrível. Já vi o Yamandú Costa, mas este sim estava impecável!

Fato é que as pessoas mudam, as opiniões são alteradas e tudo pode ter uma salvação. Ou, nem que seja uma salvação, você passa a ser flexível em adquirir novas experiências. Dia 24 estarei no Rock in Rio, especialmente pelo convite da minha Nobre Amada! Bom, vai ser um dia extenso, com muitas bandas que vou conhecer por lá. Vou mesmo é para conhecer o agito de um evento gigantesco, a companhia dela e seus parentes e, de quebra, ainda conhecer uma grande banda ao vivo - Red Hot Chili Peppers. Será que vou gostar? Bem, eu acho que sim!

Tudo pode mudar...e pra melhor!

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No dia vai ter Milton Nascimento. Talvez seja o dia do meu primeiro homicídio.

16 de ago. de 2011

3 verdades culturais

Sempre percebi as inúmeras formas que as pessoas arrumam para se sair bem de situações constrangedoras. A grande maioria consegue e outras nem tanto. E, para este tanto, algumas dicas para se sair bem quando o assunto é cinema/filmes.

1) O seu filme favorito de ação é uma bosta
Não importa o quanto você vá contra seu moral, diga que Stallone Cobra ou Comando para Matar é uma droga! Estes filmes não vão trazer crédito para você impressionar aquela parcela de gente que prefere esconder seus filmes preferidos. É só para parecer cult.

2) Filmes de heróis são fracos
Outra coisa importante é você usar a frase: nos quadrinhos a história do personagem é muito mais completa e trágica. Ou seja, nem que você tenha se divertido com Iron Man ou Batman, fale que estes filmes ficaram chatos. É muito mais legal parecer que você é desses filmochatos que não entendem que filme é uma versão adaptada e existem aqueles que não sabem da história e também querem assistir o filme. É só para parecer cult.

3) Diretores com nomes espanhóis ou russos são melhores
Nunca...mas nunca mesmo diga Steven Spielberg nesta roda de pessoas cult com cinema/filmes. Este diretor e produtor é um cara que não trabalha o coeficiente do aprendizado e não se importa em fazer filmes de puro entretenimento. Fale nomes estranhos terminados em "L" ou "OV". Só para parecer cult.

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Pronto. Agora você está preparado para parecer o ser mais cult do mundo. E aqui vai uma sugestão que coloca em prática todos os ensinamentos de hoje (É pra você parecer cult. Pode usar a frase se quiser):

"Odeio estes filmes de ação sem crítica alguma à sociedade. Prefiro algo que trabalhe mais os sentidos da alma e do corpo. É por isso que prefiro filmes dirigidos por Stankov Enenko."

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@rudycm @rudycm @rudycm @rudycm @rudycm @rudycm @rudycm

1 de ago. de 2011

Dá meu travesseiro!

Sempre tive a impressão de que algumas impressões são só minhas e outras são iguais de muitas pessoas. E o importante desta frase cheia de impressões é o seguinte:
É impressão minha ou quando viajamos a gente percebe que nosso travesseiro é anormal?

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Bom, antes que me perguntem, tirei férias blogueiras em Julho. Como se fosse escola...isso mesmo!

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Sempre tive encanação durante viagens de que não iria dormir bem e isso afetaria meu bom humor no dia seguinte. Durante anos persisti nesta 'filosofia' de vida e mudei...hoje em dia estou livre deste mal e posso afirmar uma coisa: Sim. Existe um travesseiro, sem ser o meu, que também é gostoso e nunca usei.

Baseado neste novo estilo de pensar sobre a vida de viagens, pude conviver melhor com as mudanças que nos traz a vida fora do seu cotidiano. Vamos aos pontos importantes:

CHUVEIRO:
Pode existir um chuveiro mais quente que o seu. E ele pode ser ou não melhor, mas vai limpar aquele suor que escorreu durante o dia bem no meio das suas costas.

TOALHA:
Pode ser menos velha que a sua, mas também vai conseguir sugar todo o excesso d'água que ficará entre os dedos do pé.

SABONETE:
Poderá ou não ter fios e pelos alheios, mas ainda assim é só deixar um tempo debaixo do chuveiro para 'esterilizar' e usar.

PASTA:
Perceba que este item tem um ponto em comum. Sempre tem gente que também aperta a parte debaixo primeiro!

Estas foram algumas dicas de viagem. Agora você pode ir para uma cidadezinha vizinha ou até para a Grécia. Mas uma coisa nunca muda, as roupas precisam ser as próprias!

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twittar é um verbo interessante:
@rudycm

4 de jul. de 2011

Ideias Mirabolantes

Você sempre será salvo pelos seus pais. Grandes idéias modificam o seu dia e você passa a ser uma pessoa melhor!

Baseado em fatos reais, verídicos e comprovados.

Aos 9 anos, morando numa casa onde minhas manhãs semanais eram agitadas pois estudava de manhã, meus pais viam os três filhos sempre com a mesma rotina matutina: levanta, toma café, volta pra escovar os dentes e vai pra escola. Acontece que, minha casa é um sobrado e toda vez que tomávamos café, precisávamos voltar ao banheiro de cima para escovar os dentes.

Certa vez, querendo facilitar a rotina dos filhos, minha mãe teve uma grande idéia: Comprar escovas de dentes para deixar no lavabo. Assim não teríamos que voltar no banheiro de cima para depois descer novamente. ÓTIMO. A idéia é genial. Coisa de mãe mesmo!

Mas o que eu não contei à mamãe e nem revelei aos meus pais era que meu cabelo tinha a péssima mania de ficar desarrumado, ainda mais depois de acordar, óbvio. Então, peguei meu rico dinheirinho e fui até o mercado perto de casa para comprar um pente e deixar lá no lavabo. Sou ou não um gênio? Tava dando certo! Otimizei o tempo indo de dentes limpos e cabelos menos bagunçados pra ir à escola. O plano era perfeito, até que minha vó descobriu o pente e começou a usar também. De início eu tirava os cabelos brancos, depois ficou um saco fazer isso...simplesmente penteava levemente para os cabelos brancos não ficarem na minha cabeça.

Conclusão: Eu chegava na escola e meus amigos ficavam rindo de mim por conta dos cabelos da minha vó na minha cabeça.

Ainda assim, aprendi que o mundo é feito de boas idéias. Aprendi que a vida, embora idéias sejam mirabolantes, vai pregar peças para você refazer seu plano. E o melhor de tudo, aprendi que é melhor não ligar para alguns detalhes (cabelos da minha vó).

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Siga que eu aviso!
@rudycm

28 de jun. de 2011

Ser Juvenil

A juventude é uma fase muito boa, quem nega? Somos motivados, acreditamos que podemos mudar o mundo, inserir novos conceitos e, em grande parte, conseguimos. Isso é ser jovem. Ser juvenil é uma outra história...

Shopping
O jovem estudante disfarçado de vendedor da Abril me pergunta se tenho cartão de crédito. Caso afirme, ganho uma revista e descontos super descolados em assinaturas.
Minha resposta: Não! Só tenho cartão de débito.

Telefone
A vendedora diz que o cartão de crédito vai facilitar minhas compras e que tenho 40 dias para pagar a fatura.
Minha resposta: Já tenho cartão de crédito isento de anuidade.

Telefone (de novo)
O vendedor diz que o plano de celular vai compensar pois o minuto ficará mais barato.
Minha resposta: Minha namorada é de outra operadora e mora em Campinas.

Oficina
Precisa trocar o filtro, velas e limpar bicos.
Minha resposta: Vou trocar de carro.

A questão não é negar tudo, mas saber como dizer 'não' para situações onde a oferta não lhe pareça conveniente. Oferecer o certo e justo é raro e coisa de quem não é juvenil.

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@rudycm

10 de jun. de 2011

Francamente, sr. Português - Parte III

Não é fácil entender o português e também não é fácil entender o chinês. São linguagens complexas, muitas regras e geralmente alguém vai ficar de recuperação. FATO.

Tudo bem não saber algumas regras, como os porquês, os demais e de mais, algumas acentuações e até eventuais trocas de s por z...e eu aceito até ouvir 'a dó'!
Eu mesmo sou cheio de cuidados porque não sei muita coisa do português mas o texto abaixo é algo impressionante! É uma pessoa, num fórum do orkut, querendo tirar uma dúvida referente ao jogo "Gears of War 2" do Xbox.

AVISO para crianças: este é um exemplo de como NÃO se fazer.
AVISO para adultos: cuidado, seu filho pode estar assim!
AVISO para professores de português: Vai dizer que não é seu aluno, né?

Lá vai:
"tenhu uma pergunta meia boba mais ai vai nao tem nenhuma comfiguraçao no jogo pra no multiplayer fazer os boneco merrerem mais no tiro quando estao no chao pq quando ele começa a rasteja pode soca bala q eli nao more se se ir pisar na cabeça deli se nao tiver acho q nao essi e o unico defeito do jogo acho muito chato isso"

Alguns destaques do texto do marginalzinho:
• TENHU
• MEIA BOBA (o que é uma meia boba??)
• OS BONECO
• Q ELI
• DELI
• ESSI
• MERREREM (me intriga esta palavra pois o E é distante do O no teclado)

Sério...eu queria colocar umas vírgulas na lista de destaques, mas não achei no texto dele! Você encontrou alguma? Ei...ei...leitor...você está bem? Ah sim, perdeu o ar por conta da falta de vírgulas, né? Respire que no próximo texto eu pego mais leve!

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@rudycm

1 de jun. de 2011

Obrigado, tiozinhos!

Pessoas e pessoas em sua plena consciência sabem a verdadeira importância de falar 'obrigado'. Agora, tudo vira um grande problema quando nos deparamos com pessoas que não tem plena consciência ou não aprenderam a importância da palavra aqui exposta - muito obrigado!

Acho, possivelmente, que o povo está retrocedendo. Estão todos andando na direção oposta do crescimento pessoal. Não darei lição de moral e nem colocarei idéias malucas a respeito...simplesmente demonstrarei que em alguns momentos um simples gesto de educação pode fazer diferença.

No estacionamento:
Hoje mesmo tive uma grande prova de que a educação é o forte da nação!
Toda apressadinha, a senhora que estava saindo com seu carro popular do estacionamento olhou gentilmente para mim, como se estivesse dando passagem para que atravessasse sua frente, e acelerou. Seu carro passou firmemente pela poça d'água na sarjeta e espirrou água em quem estava por perto.
Feelings: Muito obrigado, tiazinha! Se você estiver lendo isso aqui, saiba que você é uma velha muito feia. Desejo que o seu remédio esteja vencido e você passe mal.

Na farmácia:
"Olá, precisa de ajuda?". É...a farmacêutica foi muito gentil. Mas seu cliente estava apressado. Ele queria é pegar seu remédio e sair correndo sabe-se lá o porquê. Que seja! Depois de ser atendido, dirigiu-se ao caixa e logo após fiz o pagamento do anti-ácido que comprei. O apressadinho voltou pois esquecera a chave do carro no balcão. GENTILMENTE peguei e entreguei para ele. Enfim...ganhei só um olhar de 'como sou esquecido'.
Feelings: Tiozinho, se você estiver lendo isso aqui, quero que seu carro exploda e a sua mulher tenha preparado uma surpresinha bem desagradável quando você chegar em casa.

Na loja de instrumentos musicais
'Não temos estas peças.' Disse a vendedora pra mim. Tá bom né, retruquei com um 'muito obrigado' e ela me olhou do tipo 'get out here'
Feelings: Da próxima vez eu faço o favor de entrar na sua loja, moça. Eu desejo que sua maquiagem apodreça e te dê espinhas!

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Twitter é @rudycm

24 de mai. de 2011

A saga dos ovos

Muitos sabem da minha saga com os supermercados, mas a verdade é que existe um limiar entre esperança/realidade neste recinto. E é isso que torna a minha experiência em supermercado cada vez mais alucinada.

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É óbvio que é uma história real! E eu sou um mero coadjuvante. Acredite!

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Depois de chegar tarde da noite na casa da minha nobre amada, num certo domingo, resolvemos passar no supermercado para fazer as honras ao estômago. E lá vamos nós para mais um funny moment no Pão de Açúcar. Sim, é o supermercado onde a trilha sonora é modern jazz e as comidas refrigeradas estão sempre com orvalhos que só aparecem em comercial de televisão!

Feito a seleção desejada ela pediu para que eu fizesse omelete - PAUSA PARA O MOMENTO APRENDIZ: Há classificação de "omelete" tanto como substantivo feminino como masculino DESPAUSA - e aceitei de cara. O MEU omelete (pois prefiro no modo masculino) é recheado com queijo, peito de peru, um toque de sal que só eu sei a medida e orégano.
O que precisávamos fazer? Comprar os ovos! E nós compramos? Sim. Até mesmo porque esta história tem um protagonista: o ovo.

Depois de ficarmos confabulando entre as opções com 12, 6, e 3 ovos resolvemos que levaríamos a de 6 unidades. Muito bem...eu estava no supermercado dos ricos de Campinas e nada poderia dar errado. Era só pegar a embalagem, levar pra casa e agradar a moça que tanto me acompanha pelas aventuras da vida!

Chegando no carro para colocar as compras no porta-malas percebemos um senhor com cara de texas country olhando para nós. Imediatamente, diante deste momento percebi o cheiro que estava no local. Logo comecei a pensar o porquê do senhor soltar seus peidinhos em nossa presença. Até o momento que entramos no carro, fomos para o apartamento sentindo o mesmo cheiro e pensamos que a cidade de Campinas estava apodrecendo. Enfim, pegamos as compras pensando que o mundo inteiro estava simplesmente FEDENDO. Chegando no apartamento, já com vontade de descobrir a razão do mau cheiro, apesar da minha nobre amada ter falado do ovo, resolvi tirar a prova. Colocamos as compras em cima da mesa e comecei a passar o meu aguçado nariz sobre o leite, manteiga e...bom, devo admitir o tamanho da minha ignorância neste segundo. É óbvio que se tem alguma coisa estragada cheirando mal a ponto de estar incomodando até os vizinhos, qual a razão de respirar fundo dentro das sacolas? Pois é...quando cheguei na sacola dos ovos a minha pressão caiu, a vontade de vomitar ficou contida na garganta e lá vai o Rudy em sua nova saga: Comprar mais ovos no Pão de Açúcar para agradar a nobre amada.

O mais legal é que depois disso tive a noção que preciso ficar cheirando a embalagem dos ovos antes de comprar. Imagine a cena para quem está assistindo isso!

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Twittando com dois t's em @rudycm
Só não falo o Facebook porque deve ter pouco Rudy Mateus no mundo.

10 de mai. de 2011

A coragem infantil

Eu nunca fui totalmente de Ribeirão Preto. Nasci em Curitiba e logo depois fui para Londrina, onde minha memória começou a realmente funcionar. Funcionou tanto que tem uma cena que ficou eternamente na minha mente.

Nos dias quentes de Londrina meus pais levavam eu e meus irmãos até a AABB. Para quem não sabe, é a Associação Atlética do Banco do Brasil - um clube para quem é funcionário. Lá, como em todos os clubes, tem muitas piscinas, local para refeições, pessoas tomando banho de sol e, naquele dia, meu irmão me encorajando para pular do trampolim. Não me lembro ao certo, mas nem era uma super altura. Para uma criança com uns 4 ou 5 anos era um precipício!

Sempre relutante em pular mesmo com minhas bóias, meu irmão continuava a encorajar...mas eu não pulava. Eu chegava até o limite do trampolim, mas nada! Enfim, desci e fui brincar na piscina com minhas bóias e, de preferência, bem perto da minha mãe. Fiquei observando de longe meus irmãos pulando e se divertindo.

Determinada hora o movimento estava baixo e ninguém no trampolim. Era a hora certa de uma criança indefesa pular do trampolim, afinal...por que passar vergonha com todos olhando?
Caminhei rapidamente para não queimar meu pé no chão quente, subi a escada, olhei pra baixo, respirei e PULEI. Enquanto eu sentia orgulho de mim mesmo também sentia a minha bóia saindo do meu braço direito por conta da pressão da queda na água. Só a bóia do braço esquerdo que ficou intacta no braço. Comecei a me debater desesperadamente e gritar pela minha mãe que, em total calma, foi até a cabeceira da piscina e foi nadando como um salva-vidas em minha direção. Lembro até das braçadas e batidas de pernas bem sincronizadas com as raias que desenham o chão da piscina. Salvo pela mamãe!

Até hoje penso: Por que ela não pulou direto no fundo onde eu estava me afogando?

3 de mai. de 2011

Sabedoria é pra quem pode

Neste exato dia eu estava na 5ª série. Era aula de geografia e a turma toda estava em ambiente novo. Naquele dia, já no segundo bimestre, a diretora nos mudou de sala pois a escola estava passando por reforma. Um acontecimento que mudou muitas mentes!

Lembro-me bem que naquele ano eu era um bom aluno. Cultivava boas notas e não precisa esconder o boletim dos meus pais.

No dia em questão fazia sol, a luz penetrava pela janela mas não conseguia passar totalmente pela cortina branca. Isto era bom pois deixava a sala mais iluminada sem ofuscar. Era aula de Geografia e a professora Lúcia conduzia o saber até nossas mentes. A Vannessa, que era repetente, fofinha e figura carimbada da classe estava reluzente no seu saber. Acho que ela estava até mais brilhante que o sol nas cortinas brancas! Com certeza a mudança de sala a deixou mais confiante.

Durante a aula a professora estava testando o conhecimento fazendo perguntas não muito difíceis. E, na verdade...não eram difíceis. A Vannessa era...bem, deixa pra lá.

Num determinado momento a professora perguntou quem sabia o que era mais leve: a água doce ou a salgada?

A Vannessa resolveu aplicar a sua sabedoria e respondeu rapidamente:
- Água salgada, professora.

Depois de ser elogiada a professora ainda perguntou o porquê, e convenhamos, aí já era muito pra ela. Sem pestanejar a Vannessa mandou bem alto pois estava confiante:
- Ah...porque tem navio, baleia, peixe..

A CLASSE MORREU DE RIR. Ela falou com propriedade. Achou que estava certa!

E a partir disso minha vida mudou. Hoje tenho quase 30 anos e levo uma experiência pra casa: Tenha convicção. É isso que te faz um homem completo.

14 de abr. de 2011

Sem sal e sem mel

Hoje é mais uma daqueles textos que no final você vai me julgar um imbecil ou dizer que sou politicamente correto e não aproveito a vida. Mas, só para constar, é o que sempre ouvi por toda a vida. São palavras infrutíferas em sua grande proporção. Sou destas pessoas que podem ser moldadas a partir de opiniões alheias, mas que se mostrem de forma realmente consciente e construtiva.

Quando comecei nesta vida de amores e me atirar neste mar cheio de riscos e transformações o termo FICAR ainda era um lançamento. Na verdade pouco se sabia sobre isso. Com o passar dos dias virou algo comunitário...para mim é insípido.

Ando observando que isto trouxe à tona uma legião de pessoas solitárias. Ficar por ficar formou pessoas que não conhecem o gosto do seu parceiro. Não sabem o que gostam de ouvir, de assistir, comer e nem qual o desenho preferido na infância. A profundidade numa relação não provoca mais o interesse e sim a incoerência. Por que ser profundo num mundo onde ninguém é de ninguém?

Destes não se tira o gosto de viver pequenas aventuras. Inválidas. Dirão para sempre que foi muito bom enquanto durou...no máximo 10 ou 20 dias. Não tentam, não arriscam e não sabem o gosto de se ter alguém que sabe o que você gosta de ouvir, assistir, comer e o seu desenho preferido. Não entendem que o melhor é ganhar a omitir.

Ficar é bom? Sim. Para conhecer bem. São atos dotados de doses casuais e que podem mostrar quem as pessoas são. Mas a verdade é que não fazem mais isso. Ficar por ficar é a intensidade máxima daqueles que não presenteiam a si mesmos. Este tem medo de se encontrar no outro. Pretendem não conhecer detalhes. Jamais terão uma indescritível vida regrada de temperos que não poderão experimentar. Estes esqueceram que a falta de interesse e o medo de viver o que é pra ser bom, na verdade, é um retrato do seu próprio espírito.

Aprofunde-se. Vida com quem lhe interessa. Dê o seu interesse de presente e veja que receberá muito mais em troca. Sexo bom é só com quem você conhece muito bem.

5 de abr. de 2011

Milionário pega fila?

Como já sabemos e concordamos, ir ao mercado é uma tarefa difícil e você sempre torce para que ninguém tenha a mesma idéia que a sua: ir ao mercado no sábado por volta das 11h da manhã.

No último sábado lá fui eu numa das minhas peregrinações semanais ao mercado. Já com vontade de voltar antes de chegar, comentei com a minha nobre amada que iria no Pão de Açúcar pois estava perto de onde estávamos passando. Antes mesmo de entrar eu já estava com cinco terços na mão, três estátuas de Maria debaixo do braço e pedindo pra São Longuinho não lotar o mercado, assim eu daria 75 mega pulos em cima de cacos de vidro.

Ela, toda independente em mercado, não estava muito incomodada com o desafio que estava por vir.

Logo que estacionei o carro no piso superior peguei um dos maiores elevadores que já vi! Na hora pensei que era para caber os carrinhos cheios de compras, óbvio. Que era exatamente a minha preocupação! Já pensou vários carrinhos dentro dos elevadores e eu todo suado e cheio de compras para carregar também? Coloque-se no meu lugar. Ou ainda pior; ficar esperando a fila do elevador com suas compras!

Assim que cheguei no mercado propriamente dito, tive uma sensação de paz espiritual instantânea. Parece que meus terços funcionaram. As estátuas de Maria foram generosas comigo. São Longuinho já estava quebrando garrafas pra eu cumprir minha promessa!
Na verdade eu me senti um milionário no Pão de Açúcar! Lá é tudo separadinho por gôndolas em cores leves, as frutas cheiram a sítio de rico, os frios são embalados com plástico de seda e as pessoas são sorridentes com seus carros importados de tanque cheio!

Isso tudo me fez uma pessoa superior na hora. Pelo menos naquele segundo eu era um deles! O mais impressionante é o fundo musical do Pão de Açúcar...peraí, Pão de Açúcar não! PÃO DE AÇÚCAR. Agora sim! Maiúsculas!
Não era sertanojo universitário, não era funk carioca e nem axé...era Free Jazz. Onde você compra Filé Mignon ouvindo Free Jazz se achando dono de carro importado? Só no PÃO DE AÇÚCAR.

"Pão de Açúcar - Muito mais por você!"
Eu gostaria de trabalhar nas campanhas publicitárias do Pão de Açúcar e fazer estes slogans clichês que os ricos tanto gostam!

O legal é que, de novo, fiz a contagem de produtos e tinha mais que 10 ítens no carrinho, ou seja, não poderia ir pro caixa rápido...mas, como uma dádiva dos ceús, olhei para o lado e tinha "Caixa Rápido - até 20 volumes". Tinha caixa até 10 e até 20 volumes!

Eu quero ser milionário.

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Twittando em @rudycm

30 de mar. de 2011

Meu querido KLIN

Geralmente crianças de 11 anos já sabem bem o que fazem e mal entendem a seriedade que é ser adulto. É uma época que as preocupações são as aulas de matemáticas, as regras do português e, hoje em dia, administrar bem o orkut.

Quando tinha esta idade eu ainda era uma menino bom na escola. Era muito obediente, tirava boas notas em Ensino Religioso (matéria a qual nunca existiu mas tinha no boletim) e não recebia os famosos "Entrevista com os pais". Aliás, sempre me chamou atenção este "Entrevista com os pais" que tinha no boletim caso você fosse bagunceiro...por anos meus pais sofreram com isso, coitados! Mas isto é uma outra história.

O fato é que algum dia da semana, na 5ª série, cantávamos o Hino Nacional. Era uma hora muito querida pois era sempre no fim das aulas. Cantar o Hino Nacional era sinal de que o almoço estava perto. Ficávamos em pé, enfileirados, cantávamos mais ou menos certo (como muitos até hoje) e íamos embora felizes e sorridentes.

Em particular lembro de uma vez que o aluno Eduvardo Grespan estava de tênis novo. Era um KLIN e naqueles anos era considerado tênis de crianças mais novas.

Os mais bagunceiros já estavam zuando com ele desde o início das aulas e eu só observando. Confesso que estava achando muito engraçado, pois o Eduvardo Grespan estava ficando sem jeito - verdade seja dita: este cara era um demônio...acho que até as professoras estavam gostando.

Quando deu sinal para cantarmos o Hino todos se levantaram e foram a frente do Eduardo. O Brundo, o chefe das humilhações com o Eduvardo, colocou as mãos para trás em posição de respeito e, enquanto cantava, ficava abrindo as mãos para que o Eduvardo pudesse ler os escritos à caneta na mão do Brundo: "KLIN KLIN KLIN KLIN".

Todo mundo morreu de rir porque é uma coisa completamente non sense fazer isso enquanto se cantava o Hino Nacional. Acho que o Brundo esperava que o tênis do Eduvardo fosse um M2000 ou um Dharma! Coitado.

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twitter: @rudycm

21 de mar. de 2011

Dia dos namorados: sentimentalismo idio...

Dia dos namorados é uma data especial que não é nem um pouco especial pra mim. Como se sabe, é um data criada para intermediar a baixa que o comércio ($$$) tem entre dia das mães e dia dos pais. Eu tenho tanta raiva que tô escrevendo muito antes!

Mas, para as namoradas sentimentais, é uma data em que o amor precisa ser celebrado, palavras melosas ditas ao coração e beijo com gosto de paixão. É o dia que o humor está aflorado e os motéis estão lotados. As pizzarias até poderiam fazer suas massas em forma de coração pois seriam bem aceitas.

Eu gosto das ações de marketing e publicidade neste dia!
Celular entra em promoção e você ganha mais um se assinar um determinado plano. Ótimo. Jóias ficam com preços especiais - brinco com pedras verdes das águas do Pacífico pela bagatela de 5x de R$ 150,00. Muito bom. Combo calça + blusa por simples R$ 400,00. Perfeito.

Você pode pensar que minha opinião é injusta, infundada e quer me desqualificar. Tudo bem, eu entendo. Mas ainda não acabou! A espécie que eu mais odeio é o namorado que quer muito agradar sua amada e fica comprando absurdos em troca de S alguma E coisa X que bem O sabemos.
O pior é quando compra um urso de pelúcia gigante pra namorada. Putz...o que ela vai fazer com isso além de juntar pó? O pior é que se terminar o namoro vai dar maior trabalho pra jogar fora. E quando na maior pressa pra comprar algo de última hora chega um presente mal escolhido?

Insensível? Não. Polêmico? Talvez. Eu não acho que passar em branco é o certo mas penso que é preciso celebrar isso mais vezes ao ano sem ser influenciado pelo consumismo momentâneo e ser verdadeiro.

16 de mar. de 2011

Como uma onda no mar

Salve-se quem puder!

A terra está tremendo, está vindo um puta onda gigante ao seu encontro e a fábrica de energia nuclear está vazando. A partir de agora o seu aquário vai ter água original para seu peixe, sua pele vai ficar descascando e seu olho vai mudar de cor por conta da radioatividade.

Se morar em sobrado, vai passar para térreo. Se for térreo vai passar a ser casa de mentirinha.

Seu cachorro, que já era manco, vai passar a usar as patas pra remar e seu canário vai sair voando com a gaiola e tudo de tanto medo! Não vai sobrar roupa, comida e nada do que você comprou com muito suor...mas as contas....vão embora também. É só ligar no credor e dizer que mais cedo ou mais tarde a onda chegará na empresa dele - com conta e tudo mais.

A Sandra Annenberg e o Evaristo vão ficar dizendo que o choro dos japoneses são contidos. O Fantástico vai ficar ligando para seus correspondentes que mostram cenas gravadas de um celular.

E no Brasil? Bom, no Brasil tem motorista que atropela ciclistas e diz que está dodói. Eitaaaaaa!

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Recomendação das boas: O Cinegrafista Amador

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